sábado, 20 de julho de 2024

Considerações iniciais

 Faz uns seis anos (2018) que a ejaculação precoce começou a ser um problema na minha vida. Ela sempre esteve comigo. O conceito dela sempre estar comigo foi graças a primeira busca por ajuda, que quem me lê agora já deve ter lido na internet, assim como eu li. Num primeiro momento, achamos que é uma novidade. Pela piorada que deu, até que foi. Mas de fato, parando pra pensar, faz tempo que ela está ali. 

Eu achei que a dominava, mas só fui me enganando. Até tomar uma atitude após consultar com o segundo urologista de iniciar o uso da Paroxetina. Demorei para iniciar medicação mais um ou dois anos. 

A procura total foi por uns três urologistas, ao que me lembro. 

O primeiro me receitou um remédio que não usei. Fui ler a bula e decidi não comprar. Fiz até o inútil espermograma, mesmo sem a menor intenção de engravidar (até pq sou um homem gay - e todo o material que li sobre ejaculação precoce é voltado a héteros). Só passei a humilhação de fazer o exame tão rápido. Ah, eu posso engravidar. 👏🏻

O segundo me falou da paroxetina e resolvi encarar. Como quero dedicar um post a Paroxetina, vou segurar a informação.

O terceiro, que recorri pois o segundo queria que eu fosse parando com a Paroxetina, e cada vez que eu parava ou diminuía a dose, voltava aos menos de um minuto, sugeriu aumentar a Paroxetina, tentar as técnicas comportamentais (também quero dedicar um post a estas técnicas) E psicoterapia. Só que fiz psicoterapia a vida toda pelo fato de ser gay. Como lidar com tudo isso?

Bem, só estou começando a problematizar tudo sobre a minha ejaculação precoce. Espero que me ajudando, escrevendo e desabafando, ajude a quem vier parar neste blog. 

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